terça-feira, 25 de maio de 2010

RJ: Confraria de Leitura Reinações inaugura filial carioca durante o 12° Salão do Livro

A AEILIJ inaugura a filial carioca da tradicional Confraria de Leitura Reinações, baseada em Porto Alegre, e que se dedica a discutir clássicos da literatura infantil e juvenil.

Nossa primeira reunião será no dia 11 de junho, das 14h às 16h, no auditório do Centro de Ação da Cidadania, durante o 12° Salão FNLIJ de Livros para Crianças e Jovens, e contará com a direção do associado Caio Riter, que dirige a "matriz" gaúcha.

As reuniões seguintes da Confraria Reinações Cariocas serão divulgadas em breve.

Postado por AEILIJ - RIO DE JANEIRO às 17:32  

Um comentário:

Aline27 de maio de 2010 05:42
Que ótima notícia!!

RJ: Lançamento de Rogério Andrade Barbosa e Jô Oliveira


O livro Em Angola tem? No Brasil também!, de Rogério Andrade Barbosa e Jô Oliveira, editado pela FTD, será lançado no dia 19/06, às 14 horas.

Local: 12° Salão FNLIJ para Crianças e Jovens (Espaço Biblioteca FNLIJ para Crianças).

Endereço do evento: Endereço: Av. Barão de Tefé, 75, Saúde, RJ – Zona Portuária

Tel: (21) 2233-7460/ 2253-8177

sexta-feira, 21 de maio de 2010

SP: Quintas (8)

Marciano Vasques
   
NO DIA EM QUE O ENCONTREI

Estava vindo quando o encontrei. Dei uma parada e me pus na calçada pra ver a banda e lá estava ele. Num andaime, naquela construção antes da estação do metrô. Colocava, umas sobre as outras, as proparoxítonas.

Estava lá. Nunca pensei que pudesse encontrá-lo assim tão cedo. Aliás, nunca pensei que pudesse mesmo encontrá-lo. Foi um encontro saudável, a melhor coisa que me aconteceu.

Então a vi. Ela também estava lá, na mesma calçada e eu a chamei. Claro que pelo primeiro nome que me veio à mente. Pelo menos pensei que pudesse ser esse o seu nome: Carolina.

Talvez fosse Januária ou Iracema. Cecília? Angélica? Sou meio devagar para guardar nomes.

Já a encontrara antes, pelo menos duas vezes.

Na primeira ela era assim meio bobinha. Ia por uma floresta. Depois de um bom tempo reapareceu com uma fita verde no cabelo. Já estava bem crescida.

E finalmente me apareceu comendo um bolo de chocolate. Quis perguntar o que fazia ali, mas ela responderia o óbvio. Também estava esperando pela banda, ou então o carnaval chegar. Tinha perdido o medo de tudo, e não comia qualquer bolo. Ofereceu-me um pedaço.

Alguma coisa me distraiu, uma ostra, o vento, um zepelim, uma moça com uma tatuagem...

Foi só me distrair e, cadê a menina?

Num instante desapareceu. Tentei segui-la para perguntar um monte de coisas, mas no meio da multidão não encontrei mais nenhuma menina com chapeuzinho.

Não tinha reparado, mas havia uma multidão. Gente de todo tipo, uns lendo um almanaque, outros pelas tabelas, ainda esperando, esperando, esperando...

Perguntei inutilmente para uns curiosos se algum deles tinha visto uma menina assim, mas eles disseram que não tinham tempo para reparar em meninas com chapéus amarelos, mas eu argumentei também inutilmente que essa menina era muito importante e todos precisavam conhecê-la.

Ninguém queria saber, aliás, ninguém prestava atenção em mim. Um sujeito ouvia um rádio de pilha, colado ao ouvido. Do jeito que se movimentava, pareceu-me que ouvia uma dessas músicas assim com éguas.

Acho que essa multidão sempre esteve presente. Comecei a ficar sufocado, querendo sair do meio da multidão, quis gritar que a banda já havia passado, mas senti que ninguém estava esperando pela banda, talvez o sinal ainda estivesse fechado ou estavam esperando acontecer alguma coisa com ele, que continuava pendurado na construção.

Parece que a multidão gosta de ficar olhando para os andaimes lá no alto. O que sei é que a multidão não é muito chegada em olhar para o céu, assim contemplativamente. Isso é fácil de resolver, pensei, bastaria alguém espalhar o boato de que de algumas nuvens jorram moedas.

Achei melhor seguir em frente, para não chegar atrasado. Olhando as vitrines mas procurando não me distrair para não perder a hora. 

Passou por mim um sujeito com tipo de malandro oficial e, como se fosse num sonho, quatro animais, cantando...

Era um sonho, sim, só podia ser, mas eu estava com tanta pressa que achei melhor nem pensar nisso. Sonhos ficam pra depois.

Passou uma morena por mim. Outra que está correndo. E olhe só o tamanho da fila do metrô! Perdi a morena de vista. É a coisa mais fácil perder alguém de vista em São Paulo. As pessoas entram nos labirintos e desaparecem. Adeus, morena. De Angola?

Meus caros amigos: sinto que estou ocupando demais o tempo de vocês, mas não podia deixar de contar esse encontro com ele, e com ela, a menina que perdeu os medos, e com as mulheres, todas: a morena, a noiva da cidade, aquela mulher, a Teresina, e outras.

Elas estão em nossas vidas, uma aparece como se fosse a primavera, outra, sob medida, uma nos oferece um amor barato, outra nos deixa injuriado. É assim, compadre, o que seria do seu cotidiano sem a presença da mulher? Mesmo que apenas em sonhos...

Mas, trocando em miúdos, está na hora da gente se despedir, o dia vai começar. Parece que tudo está do mesmo jeito. A gente continua lutando, lutando... e uma dor sempre querendo se hospedar.

No fundo mesmo o que eu queria era contar esse encontro que tive com ele. Um encontro desses faz um bem danado.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

SP: Um livro do qual gostei muito - Descanse em paz, meu amor

Queridos aeilijianos,

Edson Gabriel Garcia comenta o livro de Pedro Bandeira: "Descanse em paz, meu amor".
Ambos são escritores associados da regional SP.
Agradeço a participação.
Abração,
Regina Sormani


UM LIVRO DO QUAL GOSTEI MUITO
(Edson Gabriel Garcia)

Eu gosto muito do gênero terror. Histórias de terror, ou “causos de medo”, como dizíamos, na minha terra natal, quando nos reuníamos na calçada da casa do “seo” Zequinha para ouvi-lo, entre um cigarro de palha e outro, contar suas histórias. E como era gostoso: início da noite, um certo escurinho causado pela fraca luminosidade das lâmpadas da iluminação pública da época, frio, e nossa curiosidade de moleques. Não fazia muita importância se depois da sessão de histórias, íamos para a cama com medo de qualquer folha de árvore que se movimentasse por força do vento, trazendo aos nossos ouvidos estranheza causadas pela audição das histórias.

Esse tipo de história, do gênero de terror, faz parte da literatura mundial como um dos ramos mais saborosos. O medo do desconhecido, do inusitado, do surpreendente, do mágico e do além, nos pega por aquilo que sempre nos incomoda: o que não conhecemos e não dominamos causa sensação de medo. Por isso, o medo, uma das mais fortes emoções do ser humano, é matéria nobre da literatura. Assim como o amor, o ódio, a ira. São gigantes guardados em nossa alma. Infelizmente no Brasil, embora na tradição oral o gênero seja bem presente, a publicação de histórias de medo, de terror, de desconhecidos e do além, não é comum. Basta uma breve vista d’olhos nos catálogos das editoras para constatarmos o que acabei de escrever. Fato que é altamente contraditório com a prática de leitura nas salas de leitura ou bibliotecas escolares. Comprovadamente, qualquer mediador de leitura pode afirmar isso.

É o que acontece, por exemplo, com um livro de que eu gosto muito, escrito pelo PEDRO BANDEIRA, chamado DESCANSE EM PAZ, MEU AMOR (Ática, 2009, 6ª edição, 12ª impressão), campeão de leitura, um dos livros mais retirados por empréstimos para leitura.

No livro, um grupo de jovens amigos, de férias, aventuram-se em uma casa solitária e antiga. Um cenário bonito, mas isolado, parecido com cenário de filmes românticos. Bem... uma chuva forte transformou o que pareciam férias gostosas em momentos de medo, angústia, terror. A chuva isolou os jovens, tirando qualquer possibilidade de comunicação com a cidadezinha mais próxima. Assim, isolados, sem comunicação, com o cenário romântico transformado em nervosismo puro, eles resolvem, para passar o tempo, e lidar com o medo e com uma situação inusitada, contam histórias de medo e terror. E vão, um a um, contando causos dos quais se lembram...Têm um objetivo claro nisso, por mais estranho, maluco e corajoso que possa parecer. E esta é a maior sacada do livro, o grande trunfo do autor, quando fecha a história e dá o toque final. 

Livro para ler de um fôlego só. Desde que você não seja um daqueles que treme só de falar em histórias do mundo do além...tão próximas do nosso aquém!

Boa leitura, grande sacada, um exercício de boa literatura em um dos gêneros que precisamos recuperar, editar mais e ler mais ainda.

Sampa, maio de 2010

quarta-feira, 12 de maio de 2010

SP: Quintas (7)

A SUAVE FORÇA DA POESIA

Dia 14 de março é do dia da poesia. Isso significa que março é o mês da sensibilidade, o mês em que se comemora a lapidação da língua, o mês da alma preenchida com o néctar dos versos. Além de ser o mês do Dia Internacional da Mulher, temos o Dia Nacional da Poesia.

A poesia necessária como a água. Infeliz a sociedade que não precisa da poesia ou não sente a sua falta. Pobres os homens que julgam-na inútil. Mal sabem que a poesia genuína está presente na simplicidade da vida e é em cada gesto simples recolhido nas amizades que resistem  e  nos sentimentos que se arrastam que ela despeja a sua voz.

Imprescindível como a filosofia, acena nos mitos e nos desejos dos povos do mundo, nebulosa ressurge no coração de dor encharcado, encontra o seu vigor nos tórax abandonados pelo amor. Camaleônica, nasce das profundezas da alma. Com ela, às vezes, amor tece dores.

Gemidos, solidões e consciências, silêncios, ternuras e vontades espalham-na  como um canavial nas ventanias da vida. 
A poesia é feita de palavras de barro, de graxa, de feno e de limo, palavras fortes como pão, incandescentes e feridas, palavras mansas como bálsamos, ternas como arbustos no azul da manhã. Há palavras que trazem aromas do mar, que descrevem batalhas, que desenham perdões, que falam da vida, dos portos, dos trovadores e das trovoadas, há as que falam dos seios da mulher, há as que falam dos gritos da África e há as que recolhem do viço das flores dos jardins a sua seiva, enquanto outras buscam nos sulcos da terra e nas fibras de um rosto, a sua essência.

A poesia é fiel ao homem, fortalece as mulheres e é o mais saboroso nutriente intelectual da criança. 
Que seja apenas um equívoco a aparente aspereza  da opinião franca e transparente e que todos despertem  do sono dogmático que transforma a poesia em artigo de luxo ou sem utilidade numa sociedade fria e metálica regida pelas leis insensatas de um mercado, no qual a lógica predominante é a da moeda e da pretensa utilidade das coisas efêmeras.

A poesia jamais será efêmera e a sua originalidade está no cultivo da alma. O mercado que com sua  lógica calculista rege a sociedade,  tenta transformá-la em artigo sem utilidade, sem compreender que a sua utilidade está justamente em cada coração sincero e cristalino como as águas de um riacho.

Nenhuma opinião é áspera quando se refere a assuntos da poesia, por isso se pode afirmar com tranqüilidade que um general que despreza a poesia é um homem perigoso.

Algumas pessoas fizeram de suas vidas poesia plena.Um poeta anunciou no início da década de 20 que  “as ruas de Buenos Aires já eram suas entranhas”.       A poesia para uns tornou-se oração, para outros, sangue, para uns, conquista, para outros, revelação. 
Março não poderia ir embora sem que aqui fosse registrada a importância da poesia, principalmente em nossa época e em nosso país.

Quando tudo parece fora de propósito, quando a ética parece uma quimera, quando os valores preciosos do amor, da bondade e da justiça parecem distanciar-se da vida, é prudente buscar na poesia a fonte generosa de alimento para a alma. 

Fui um menino privilegiado criado num tempo de valores persistentes e uma educação rígida. Não falo da rigidez da tábua na mão (tabuada) nem da palmatória, falo da professora que me obrigava a decorar poesia. Nem imaginava aquela moça o bem que me fazia, e foi também responsável pelo homem que hoje sou.

Não acredito em ninguém que, conhecendo a força terna da poesia, a despreza.
Que o dia 14 de março passe a simbolizar em anos vindouros, a importância do cultivo da poesia no coração humano e que todos os de boa vontade estejam sempre dispostos a homenageá-la, e que ela, a poesia, penetre como raízes frondosas em cada vida, contribuindo assim com a sua força transbordante e suave, para o enriquecimento interior de cada um e para o aperfeiçoamento do olhar, que será  então um olhar poético - presente para o mundo.

MARCIANO VASQUES

SP: Canto & Encanto da Poesia - Uma dúzia e meia de bichinhos

Meus caros,
A poesia de maio é de autoria de Marciano Vasques, publicada no livro: UMA DÚZIA E MEIA DE BICHINHOS, da editora Atual.
Boa leitura a todos.
Um abraço,
Regina Sormani


A libélula 

Talentosa,
flutuante,
uma artista
em pleno ar.

Fazendo acrobacias
como um helicóptero
a girar.

terça-feira, 11 de maio de 2010

DF: AEILIJ agora é Amiga do livro!

Durante a Semana do Livro (de 18 de abril - Dia Nacional do Livro Infantil - a 23 de abril - Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor), a Câmara Rio-Grandense do Livro homenageia pessoas e entidades que se destacaram, no ano anterior - no caso 2009 -, por sua atuação ou apoio na área de promoção do livro e da leitura.

São escolhidos os Amigos do Livro (um deles será a AEILIJ neste ano), a Personalidade do Livro, além da Biblioteca do Ano.

Teremos prazer em agradecer todo o carinho e parceria que temos recebido de vocês nas ações de apoio à leitura e de divulgação do livro na forma de troféu "Amigo do Livro".

A cerimônia acontecerá no dia 23 de abril, sexta-feira, às 20h30min, no Auditório Erico Veríssimo do Instituto Cultural Brasileiro Norte-Americano.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

SP: Mural - Maio de 2010

NÚMERO 9 - MAIO DE 2010

O Mural é uma agenda cultural mensal,
editada conforme os eventos surgem.
Amigo associado de qualquer cidade do Estado de São Paulo, contribua...
aguardamos notícias dos eventos do interior.
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MANUEL FILHO 

FOTOS DO LANÇAMENTO - 15 DE MAIO

Local: Saraiva MegaStore Pátio Paulista






A Editora Mundo Mirim traz a todos os leitores um grande livro!
No dia 15 houve o lançamento do livro O Dono da Bola, na Saraiva Mega Store do shopping Pátio Paulista com os autores Manuel Filho e Fábio Sgroi.
houve simulação de votação para os pequenos
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VITRINE DE LIVROS COM EDSON GABRIEL GARCIA
E MARÍLIA PIRILLO

Na Casa de Livros, neste sábado, 08 de Maio, das 10 até as 13 horas, com o "Aranha Bordadeira", texto de Edson gabriel garcia e ilustração de Marília Pirilo, Editora Elementar.



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UMA NOITE ENCANTADA

Contos Folclóricos Brasileiros
Minhas amigas e meus amigos, em 2005 fui a campo, com um gravador e a vontade de registrar parte do patrimônio imaterial. E o resultado poderá ser conferido no dia 5 de maio, na Livraria Cortez, onde ele lançará o livro Contos Folclóricos Brasileiros (PAULUS).

O livro reúne contos da tradição oral ilustrados por Maurício Negro. Contos de animais, de encantamento, religiosos, acumulativos, novelescos, humorísticos e de exemplo integram esta coleânea. As notas e a classificação ficaram a cargo do Dr. Paulo Correia, do conceituado Centro de Estudos Ataíde Oliveira, da Universidade do Algarve, Portugal.


Dia 5 de maio, quarta-feira, a partir das 19h.
Local: Livraria Cortez
Rua Bartira, 317 - Perdizes
Tel.: (11) 3873-7111
São Paulo — SP

Marco Haurélio
Fone: (11) 2769 6252
http://marcohaurelio.blogspot.com/
http://fotolog.terra.com.br/marcohaurelio

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ROSANA RIOS CONVIDA:

08 de maio, sábado – das 14h às 19h
Jornada Dragões

Biblioteca Viriato Correa.

Rua Sena Madureira, 298 - próximo à estação Vila Mariana do Metrô (Linha Azul)

14h – Palestra: Os Dragões no Imaginário do leitor de fantasia – no Auditório. Com Rosana Rios.

16h – Exibição do filme “O Cavaleiro e o Dragão” – no Auditório.

17h – Tarde de autógrafos e coquetel do lançamento do livro “Sete perguntas para um dragão”, de Rosana Rios (Editora Prumo) – no Espaço Temático.

19h – Encerramento.

Os Dragões no Imaginário do leitor de fantasia
Dragões são provavelmente as criaturas míticas mais apreciadas pelo público leitor e cinéfilo. Seres dracônicos existem em mitos de civilizações antiqüíssimas e no folclore de povos afastados uns dos outros, do Oriente ao Ocidente, de Norte a Sul. Por que as pessoas são tão fascinadas por criaturas enormes e que teriam o poder de cuspir fogo? Por que os dragões nas histórias orientais são benéficos, enquanto os mitos ocidentais os mostram como destruidores? E São Jorge, existiu de verdade ou sua vida também é lendária? Vamos analisar alguns mitos de dragões e suas raízes, buscando entender o fascínio que eles apresentam para nós.
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CONVITE
LANÇAMENTO DE SOCORRO ACIOLI


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LANÇAMENTO DE RENATO MORICONI
15 de maio na Livraria da Vila


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LANÇAMENTO DE DANILO MARQUES

(No Rio, com a escritora e a contadora
de histórias, o ilustrador não estará presente)


(Em São Paulo - O ilustrador estará presente
com a escritora e a contadora de histórias)
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17 de MAIO, SEGUNDA, das 19h30 às 21h30
O Brincar e a Imaginação Poética

Livraria da Vila
Rua Fradique Coutinho, 915
(11) 3814-5811

- Brincar – a palavra inventiva – é inteligência poética;
- Imaginação – a criação de outras realidades;
- As condições necessárias para se iniciar um texto literário;
- Portas abertas para a imaginação – o exercício do Palavroscópio
Com Regina Gulla, poeta e psicanalista, autora de Contos de Organza; do Manifesto do Sonhador; do Zelador de Sonhos (literatura para crianças) e outros. Coordena a Oficina de Criação Literária Gato de Máscara, no Atelier Gato de Máscara, Vila Madalena, e em instituições como as Bibliotecas Municipais de São Paulo e SESC; é fundadora da BILIGA –Biblioteca de Inventação Interativa on Line Gato de Máscara, aberta 24hs no
site www.gato-de-mascara.



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VOCÊ CONHECE O BOSQUE DA LEITURA?
Bibliotecas a céu aberto, nos parques da cidade:

Bosque da Leitura do Carmo
Parque do Carmo
Av. Afonso de Sampaio e Souza, 951
Itaquera 08270-000 São Paulo, SP
Horário de Funcionamento: sábados e domingos, das 9h30 às 16h

Bosque da Leitura do Ibirapuera
Parque do Ibirapuera
Av. República do Líbano, 1151 - Portão 7 (ao lado do Viveiro Manequinho Lopes)
Ibirapuera 04501-000 São Paulo, SP
Horário de Funcionamento: domingos, das 9h30 às 16h

Bosque da Leitura da Luz
Parque da Luz
Rua Ribeiro de Lima, 99
Bom Retiro 01122-000 São Paulo, SP
Horário de Funcionamento: sábados e domingos, das 9h30 às 16h

Bosque da Leitura Santo Dias
Parque Santo Dias
Rua Jasmim da Beirada, 71, COHAB Adventista
Alt. do 4800 da Estrada de Itapecirica
Capão Redondo 05868-580 São Paulo - SP
Horário de Funcionamento: domingos, das 9h30 às 16h

Bosque da Leitura Cidade de Toronto
Parque Cidade de Toronto
Av. Cardeal Mota, 84
City América – Pirituba, São Paulo - SP
Horário de Funcionamento: domingos, das 9h30 às 16h

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REVISTA "EM CARTAZ", A PROGRAMAÇÃO CULTURAL DA CIDADE DE SÃO PAULO, PARA DOWNLOAD
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/revista/index.php?p=3629

RS: Petição - Vamos assinar?

Depois de ganhar o apoio formal da Direção da AEILIJ; do Diretor de livro e leitura do MinC, Fabiano dos Santos; de jornalistas e escritores, da rede de livrarias Cultura e da Senadora Patrícia Saboya a Campanha por mais livro e leitura na programação da TV Aberta agora pode receber assinaturas online. É rapidinho, basta clicar no link ler a carta e se concordar assinar. O documento será anexado a todos os outros que já recebi, inclusive com os comentários de apoio ao documento que entregarei pessoalmente à direção da ABERT aqui em Brasília. Conto com vocês!

http://www.Petition Online.com/ livro01/petition .html

Alessandra Roscoe

Postado por H 

quinta-feira, 6 de maio de 2010

SP: Página do Ilustrador - Renato Moriconi

PÁGINA DO ILUSTRADOR 3
Maio de 2010

Neste mês Renato Moriconi vem falar um pouco do seu trabalho.

Renato Moriconi trabalha com ilustração há aproximadamente quinze anos. Publicou seu primeiro trabalho aos 12 anos, no jornal da instituição em que sua mãe trabalhava. Aos 14, foi contratado como ilustrador por uma pequena editora em São Paulo, onde ficou até os 18, saindo para montar seu próprio estúdio. Tem em seu currículo muitos livros ilustrados. Como escritor, publicou 3 livros, sendo que um deles será lançado agora em maio, chamado “O Sonho que Brotou”. É graduado em artes plásticas e fez especialização em design gráfico.

Ele nos traz uma apresentação sobre seu mais novo trabalho:


" 'Virou Bicho', escrito por Ernani Ssó, foi um dos últimos livros que ilustrei. Esta ilustração que apresento aqui é de uma inusitada página de rosto.


O livro conta histórias de pessoas que viraram bichos. Dentre os tantos que aparecem nas histórias do Ernani, escolhi o sapo, por causa do logotipo da editora – o aviãozinho da Cia das Letrinhas. Ao ler todo o texto, tinha as diversas histórias em minha cabeça, todas com as ilustrações já resolvidas. Só faltavam as ilustras da capa, páginas de rosto e página de crédito. Levei as histórias para uma conversa com os elementos dessas páginas restantes. Foi quando o sapo, personagem de uma das histórias, me falou que o logotipo parecia com uma apetitosa libélula.




Não pude resistir a um sapo faminto, e realizei seu desejo. Como o logo só aparece na capa e na página de rosto, inseri na página de crédito o sapo satisfeito, depois de ter comido as libélulas e o aviãozinho. Com essa brincadeira, pude criar uma narrativa visual desde o começo do livro."

Renato Moriconi
Email: remoriconi@yahoo.com.br 
Conheça mais sobre o autor em http://www.moriconi.com.br/




3 comentários:

  1. sempre adorei o trabalho do Renatinho. posso até dizer que sou fã de fanatico mesmo pelas idéias que ele rabisca, pelo mundo que ele desenha, pela vida que ele... eu ia dizer "colore" aqui, mas seria dizer algo óbvio demais. talvez se eu disser: "pela vida que ele..." consegue transformar num delicioso picolé de chicabom. acho que é isso.
    e meninada, sempre atenta! porque esse menino sempre tira um ás da manga.
  2. Não conhecia teu trabalho. Fui no site, gostei de muito que vi. :)
  3. Eu sou fã declarada você já sabe né? Parabéns de novo pelo trabalho!