sábado, 14 de maio de 2011

SP: Canto & Encanto da Poesia - Maio de 2011

Hoje quero fazer uma homenagem a um artista maravilhoso, antes de tudo, um poeta.
Trata-se de Chico Buarque de Hollanda. Entre muitos outros poemas, escolhi esta letra de música, composta em 1986 para suas filhas.
Um abraço,
Regina Sormani

As minhas meninas
Chico Buarque

Olha as minhas meninas
As minhas meninas
Pra onde é que elas vão
Se já saem sozinhas
As notas da minha canção
Vão as minhas meninas
Levando destinos
Tão iluminados de sim
Passam por mim
E embaraçam as linhas
Da minha mão

As meninas são minhas
Só minhas na minha ilusão
Na canção cristalina
Da mina da imaginação
Pode o tempo
Marcar seus caminhos
Nas faces
Com as linhas
Das noites de não
E a solidão
Maltratar as meninas
As minhas não

As meninas são minhas
Só minhas
As minhas meninas
Do meu coração

quinta-feira, 12 de maio de 2011

PR: Synthomas da Poesia na Infância


LANÇAMENTO:
Synthomas da Poesia na Infância
Gloria Kirinus
Sábado 21 de maio a partir das 10hs da manhã
Livraria Paulinas
Voluntários da Pátria, 223

Postado há 12th May 2011 por Márcia Széliga

PR:O anjo rouco


Lançamento do livro O Anjo Rouco do escritor Paulo Venturelli, Editora Positivo, no Paço da Liberdade no centro da cidade. Curitiba/PR, 07/05/2011./ Foto: Rodolfo BUHRER / La Imagem.

Postado há 12th May 2011 por Márcia Széliga

terça-feira, 10 de maio de 2011

RS: PELL - Plano Estadual do Livro e Leitura

Ontem, no Instituto Estadual do Livro em Porto Alegre, juntamente com Jéferson Assumção - secretário adjunto da Cultura de Estado - e Ricardo Silvestrin - Diretor do IEL, iniciaram-se os debates para formulação do PELL (Plano Estadual do Livro e Leitura). Estávamos lá, representando a Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil.

O canal de diálogo foi aberto entre sociedade civil e poder público, além da aproximação dos setores da economia, produção e criação do livro para formular um plano de políticas consistentes ao redor de promoção e qualificação de leituras e leitores.

Está formando-se o GT. Muito trabalho pela frente!

Postado por H 

domingo, 8 de maio de 2011

SP: Quem conta um conto... - Regina Sormani

Histórias da minha mãe


Minha mãe se chamava Marina e com ela aprendi a gostar de ouvir e de contar histórias. Antes do sol nascer, ela se levantava para acender nosso fogão de lenha e preparar o café da manhã para a família. Lá do meu quarto, assim que ouvia o barulho das panelas, eu pulava da cama e corria para a cozinha e me sentava à beira do fogão. Daí, ela abanava as cinzas para a lenha arder mais depressa, as chamas aumentarem de força e tamanho e, assim, ferver a água. Enquanto a água fervia na grande chaleira de ferro, era chegado meu momento favorito: a hora de ouvir histórias.
Lembro-me de uma, em particular que ela contou várias vezes a meu pedido.
Meus avós maternos imigrantes italianos adquiriram, chegando ao Brasil uma propriedade rural na cidade de Agudos, interior do estado de São Paulo. Nesse local, que veio a ser chamado Colônia Italiana, construíram suas moradias, cultivaram o solo e iniciaram a criação de animais, para ordenha, que ficavam soltos nos pastos.
Meu avô, Fortunato Andreotti, cuidava da propriedade auxiliado pelos filhos mais velhos, como era o costume. Certa tarde, chovia muito e ele voltou pra casa exausto da lida que começava às cinco da madrugada. Minha avó, Marieta, fazia os preparativos para o jantar, ajudada pelas filhas mais velhas, como era o costume. Ali, da porta da entrada, ouviam-se os gritos do filho caçula, o pequeno Hélio.
Meu avô perguntou então:
— O que tem o bambino?
Minha avó respondeu:
— Está chorando há horas, ele quer sair para brincar lá fora, mas chove sem parar...
Fortunato Andreotti era um homem bom que amava sua família e tinha um xodó pelo caçulinha Hélio. Aproximou-se do pequeno chorão e, enxugando as lágrimas que escorriam pelo rosto do menino conversou com ele. Hélio acabou desabafando:
— Pai, eu quero ir ver as vaquinhas no pasto!
E lá foi o Hélio, no colo do paizão, debaixo de um forte aguaceiro, passear no pasto para ver as vaquinhas. Para protegê-los, apenas um velho guarda-chuvas.
É, mas a história não terminou ali, debaixo da chuva. 
Minha mãe que estava lá, viu e viveu tudo isso, contou que o irmão caçula gostou tanto do passeio que não deu mais folga. Durante muito tempo, mesmo nas tardes de tempo firme, lá ia o pai dela, meu avô Fortunato, com o Hélio no colo, ver as vaquinhas no pasto...com o guarda-chuvas aberto.

Um beijo e FELIZ DIA DAS MÃES!

Regina Sormani


Um comentário:

Anônimo8 de maio de 2011 07:44
Só voce , minha irmã caçula sabe contar as histórias da mamãe tão bem ..sabe eu choro de saudades obrigada bjs e salve voce a mãe querida De Daniel e Raquel bjs

quinta-feira, 5 de maio de 2011

RS: Sagas Estranho Oeste Vol. 2 - Convite do Christian David

Amigos,

Segue convite para o lançamento do livro Estranho Oeste do qual sou co-autor.
Aguardo vocês lá!

Postado por H 

segunda-feira, 2 de maio de 2011

SP: Vice-Versa de maio 2011

Olá pessoal!
O Vice-Versa de maio apresenta os ilustradores Daniel Bueno(SIB e AEILIJ) e Gilberto Marchi.(SIB) Obrigado, meninos. Parabéns pelo belo trabalho.
Um grande abraço,
Regina Sormani


Daniel Bueno

Gilberto Marchi


Perguntas de Daniel Bueno para Gilberto Marchi

1) Marchi, como foi seu começo de carreira? Como era o mercado de ilustração? 

Comecei minha carreira como pintor de quadros para a Galeria de Arte André em 1964. Nessa época eu era aluno do Lubra, (o nome dele era José Roncoletto), e certo dia apareceu um dos vendedores do André, para retirar uns quadros e perguntou se havia algum bom aluno. Fui indicado e assim comecei a vender minhas telas. Lecionei durante 7 anos na EPA- Escola Panamericana de Arte a convite de Mario Tabarin. Comecei a trabalhar com ilustração por indicação de Manoel Victor Filho e posteriormente iniciei com a revista Realidade, ilustrando o tema da Revolução dos Cravos em Portugal. Nessa época o mercado ( anos 70 e 80), era ótimo. Choviam trabalhos e o preço era bom.

2) Admiro o domínio técnico que você apresenta em seus trabalhos. Você diz ter uma preferência pela aquarela. Fale um pouco sobre a escolha de cada uma. E o que acha da ilustração digital?

Minha formação é de pintor. Aprendi que seria bom aprender a composição dos materiais que iria utilizar nos meus trabalhos. Acho bom saber o que acontecerá com as artes após muitos anos, se permanecerão ou se começarão a craquelar. Me interessei em estudar como preparar as telas, fazer minhas tintas a óleo e trabalhar com tempera a ovo, (uma técnica bem antiga). Enfim, gosto de experimentar tudo e aprender a arte dos antigos mestres. Quanto à aquarela, adoro pela transparência e também pelos efeitos que os suportes( papéis diferentes) apresentam. Saber aproveitar as manchas que surgem ao acaso, mas que podem ser controladas com efeitos maravilhosos, é um dos desafios dessa técnica. É bem diferente do óleo, onde podemos controlar tudo. Gosto também muito do acrílico e do lápis de cor. Recentemente, andei fazendo várias artes com lápis Supracolor, mas não utilizando como aquarela. Misturei carvão com Supracolor, Conté com aquarela, etc.
Uso bastante a ilustração digital. Trabalho com Painter, Photoshop e Illustrator. Com Painter, trabalhei nos retratos de Ariano Suassuna, Villa Lobos e outros. Fiz também muitas embalagens, entre elas as artes para sorvetes Lafrutta. Só sou contra o uso abusivo de filtros.

3) Fiquei curioso pra saber um pouco mais sobre seus mestres: Lubra, Ettore e Amadeo Scavone. Conte um pouco sobre suas referências, os ilustradores que mais admira.

Lubra( José Roncoletto) era um bom pintor de paisagens e foi meu 1º professor. Ettore Federighi, um pintor autodidata, mas de grande talento, que se especializou em pintar naturezas-mortas. Amadeu Scavone, um grande mestre, com quem mais aprendi. Ele teve alguns alunos de grande projeção, tais como: Aldo Bonadei, Edgard Ohelmeyer e Bruno Felisberti. Minhas referências são desde grandes mestres do passado a artistas mais recentes como: no Brasil- Almeida Júnior, Marques Campão e Portinari. Na Europa, entre outros: Franz Hals, Vermeer, Rembrandt, Chardin, Cabanel, Malhoa e ilustradores como De Gasperi, Mattania, etc. Quanto aos ilustradores que mais admiro, são muitos e acho difícil enumerar todos, mas você está entre eles.. 

4) Muito bonito o retrato do escritor Francisco Marins. Gostaria que você – que trabalha para diversas áreas do mercado - falasse um pouco sobre sua experiência com ilustração de livros.

Obrigado. O escritor Francisco Marins faz parte de minha adolescência. Lia com muito entusiasmo os seus livros. Foi muito gratificante após tanto tempo, eu vir a fazer o retrato dele. Deverei também fazer uma escultura de seu busto em madeira.
Trabalhei e ainda trabalho em áreas bem diversas do mercado. Já fiz um pouco de tudo. Ilustrei para a maior parte das revistas da Abril, como: Nova, TVGuia, Veja, Homem Playboy, Quatro Rodas, etc. Ilustrei também vários livros didáticos para o IBEP, inclusive uma coleção de livros de português como co-autor. Na área infantil, ilustrei quase todos os livros de minha esposa, Regina Sormani, publicados pelas editoras Paulinas, Paulus, Loyola, Pioneira e Cortez . 
Sinto que a área infantil e infanto-juvenil está se recuperando, apresentando ilustradores muito bons, entre eles, você. Isso é alentador, pois o mercado publicitário caiu muito em quantidade e qualidade. Os quadrinhos, também são uma opção para os bons ilustradores realizarem trabalhos de qualidade para o público juvenil e adulto. Essa é também uma área na qual pretendo atuar, aliás, criamos Regina e eu, o personagem Pecezinho, que tem feito muito sucesso.

Para que quiser ver meus trabalhos:
http://gilbertomarchi.blogspot.com

Caro Daniel,
Acho muito criativos os seus trabalhos e muito boas as suas perguntas. 
Um grande abraço,
Gilberto Marchi


Perguntas de Gilberto Marchi para Daniel Bueno

1) Daniel, acho muito bom o seu trabalho como ilustrador. Você tem um trabalho muito diferenciado. Adorei as ilustrações para o livro “Apolinário, o Homem-dicionário”. Gostaria que falasse um pouco sobre esse trabalho.

Obrigado, Marchi! E que bom que gostou das ilustrações do Apolinário. Esse é o meu livro mais recente. Procurei explorar um dos aspectos mais interessantes do texto do Fabio Yabu: o universo de livros, letras e palavras. As ilustrações mostram os personagens representados como “livros abertos”, com cenários cheios de palavras em seu interior. Em outras ocasiões exploro apenas os elementos tipográficos em situações diversas e simbólicas. Há, portanto, palavras que por vezes habitam o espaço exterior e em outras situações um universo interior, expressando sentimentos e a condição do personagem. Em alguns casos esses dois mundos se fundem, se tornam um só. O próprio livro, enquanto objeto, pode ser entendido como um personagem. Cuidei do design gráfico junto com a Carol Grespan, e nossa intenção foi a de fazer algo denso e coeso, cheio de ilustrações, com todas as páginas ocupadas por texturas e elementos dos velhos dicionários.

2) Fale um pouco como você cria. Você faz um esboço a lápis inicial, ou começa já trabalhando com recortes e fazendo montagens? Suas colagens e texturas são todas montadas no Photoshop?

Sempre faço esboços a lápis antes de partir para as colagens. Elas, na verdade, dependem desses desenhos, que definem precisamente os contornos de todos os elementos. Tradicionalmente as colagens passam por um processo manual. Depois continuo o trabalho no Photoshop. Desenho os contornos de todas as figuras a lápis, em papel sulfite, e transponho-os para papel duro. Aplico sobre essas figuras as técnicas de colagem, gerando elementos soltos, como “bonequinhos de papel”. Scaneio as peças separadamente e resolvo no Photoshop a composição,contrastes, claro/escuro, cores. Quando o prazo é curto, pulo o processo manual e resolvo a finalização utilizando o material que tenho à mão, uma espécie de “banco de imagens digitais” feito a partir das ilustrações que foram se acumulando. Atualmente venho variando cada vez mais as abordagens e técnica. Dependendo do trabalho, posso apresentar um desenho a lápis ou algo vetorial.

3) A ilustração no seu site “A janela da esquina do meu primo” é muito bela. Foi premiada em Bolonha . Li no comentário sobre ela como uma homenagem explícita a Max Ernst, mas acho que também me remete a Peter Brueguel, com uma visão moderna. Você concorda?

Muito bem observado, Marchi, concordo! O texto do júri da Feira de Bolonha é bonito, e gostei da comparação, mas na verdade não pensei claramente no Max Ernst ao criar as ilustrações. De qualquer modo, sabemos que muito do que empregamos vem do acúmulo de experiências e, pode ser que, mesmo sem ter consciência, usei algo do que aprendi com os trabalhos desse grande artista. Na verdade tenhocomo referência toda a vanguarda moderna do começo do século passado, e são muitos os artistas – como os dadaístas, por exemplo – que recorrem à colagem. Agora, só de curiosidade: tenho um quadro do Max Ernst bem aqui ao meu lado, junto à mesa de trabalho. Bem, sobre o Bruegel posso dizer que pensei nele claramente, pois eletem relação com o trabalho e o texto de E.T.A. Hoffman. Pesquisei suaobra e sei que Hoffmann – que também desenhava – admirava o gênero do “grotesco” nas artes plásticas (que chega a ser esquematizado em duas categorias: o “grotesco fanstástico” de Bosch e Bruegel, e o“grotesco-cômico” de Hogarth, Callot, Goya). Hoffmann admirava especialmente os gravuristas Hogarth, Daniel Chodowiecki e JascquesCallot. O texto da “Janela” anuncia uma caminhada em direção realismo, e a descrição – com doses de humor negro e observação dos costumes– de inúmeros personagens em um mercado vistos de uma janela, sugere uma construção de cena como as de Bruegel. Na história há um movimento de distanciamento e aproximação do que é observado que me levou a resolver as ilustrações em um único e grande desenho do mercado, que traz todas as situações do texto. Em alguns momentos temos uma visão à distância, e em outros “recortes” dessa imagem, com ênfase nos detalhes. O processo de criação envolveu pesquisa de costumes, arquitetura e vestuário da Berlin de 1822. Para tanto recorri à biblioteca do Instituo Goethe. A colagem foi totalmente digital, misturando os elementos pesquisados com fotos de revistas antigas.

4) Agora, falando sobre o mercado de trabalho. Você está contente como está, ou tem alguma queixa. Não tem tido problemas com os direitos autorais? Bote a boca no trombone! Obrigado e um abraço.

Marchi, sabemos que não é difícil nos deparamos com contratos abusivos no meio editorial de revistas. Só pego trabalhos com contratos adequadamente negociados, mas é cansativo lutar diariamente por eles. A saída é fazer como você, trabalhar para diversas áreas. Com os livros tem sido diferente. Não posso reclamar, de modo geral, dos contratos que fiz com as editoras. Alguns servem até de referência. Sei das limitações do meio, da realidade de vendas baixas no mercado brasileiro, mas tenho mesmo assim negociado bem os trabalhos. E é raro não conseguir alguma porcentagem de direito autoral. Poderiam ser maiores, claro. Mas pela experiência que tive no ano passado, vejo essa área com grande otimismo. E tenho até a vontade de começar a criar toda a concepção do livro, integrando projeto gráfico – algo que já comecei a fazer – com as ilustrações e o texto. Enfim, tenho um especial interesse por livros, por adorar o formato e o suporte, e as diversas possibilidades de experimentação.


Um comentário:

Danilo4 de maio de 2011 05:46
Parabéns ao Marchi e ao Daniel pelas experiências, histórias e lições!!!

domingo, 1 de maio de 2011

SP: Pé de meia literário (18)

PROJETO LITERATURA VIVA (SESI)

Participei recentemente da última edição do Projeto Literatura Viva, do SESI, modalidade literatura infantil e juvenil. Como autor de livros de literatura infantil e juvenil e livros paradidáticos lidos por crianças e jovens das unidades escolares do SESI, lá fui eu ao encontro dos meus leitores presentes, passados e futuros, em quatro unidades diferentes, em quatro cidades. O que eu encontrei não foi surpresa nenhuma, pois conheço o trabalho do pessoal do SESI nas visitas que tenho feito respondendo a outros convites: trabalho bem feito, organizado, gostoso, de resultado positivo para todos os envolvidos. Primeiro, cabe o registro sobre a recepção ao convidado: na portaria já sabem que um convidado está sendo esperado. Do diretor geral do CAT (Centro de Atividades) ao estagiário, passando pelos professores, pela bibliotecária e pela administradora escolar, todos os envolvidos no encontro recebem o convidado, enquanto o cenário é organizado. Uma conversar preliminar onde se fala do trabalho de cada um. Numa das unidades, fui surpreendido pelo comentário da diretora geral do CAT que me disse ter lido alguns livros meus, pois ainda não conhecia o meu trabalho como autor. Em meio a tantas atividades e tarefas – que a direção de uma superestrutura como o CAT impõe - encontrou tempo e interesse para procurar informações sobre o convidado do projeto Literatura Viva. Me senti honrado com a deferência profissional. Todas as unidades escolares têm uma ampla e espaçosa sala onde se instala a biblioteca, com mesas, cadeiras, prateleiras e... livros.

Parece elementar, mas num país de muita conversa, muito discurso de político e pouca implementação prática da leitura, isso é muito. O encontro com o autor convidado se dá biblioteca – ou num espaço mais amplo, dependendo da atividade e do número de leitores presentes. No meu caso, dois foram em bibliotecas e outros dois em espaços maiores. Os alunos são acomodados, são feitas as apresentações de praxe, abre-se uma conversa inicial seguida pelas perguntas dos leitores. Também pode parecer elementar. Mas é mais do que isso: os leitores são atentos, respeitosos, participantes, interessados e...muito educados e carinhosos. Quem conhece o ambiente escolar, como eu, que transitei por três décadas nesse ambiente, sabe que isso só é possível com um bom trabalho. Fica muito evidente que houve um bom trabalho de leitura anterior aoencontro dos leitores com o escritor.

O projeto se propõe divulgar e difundir a leitura da literatura – em suas diversas manifestações – e não deixa a menor dúvida de que consegue o seu objetivo. E consegue seu objetivo a partir de premissas básicas e fundamentais: a) existência de espaço apropriado para a leitura (bibliotecas espaçosas, arejadas e mobiliadas; b) acervos variados e c) mediação feita por profissionais. Aí estão os três componentes do tripé que garante a qualidade da leitura e formação do leitor: espaço, acervo e mediação. Parece simples. E é. No SESI, o trabalhado pensado, desejado, organizado e executado faz com que coisas simples possam parecer e ser simples. Trabalhos como esse, coordenados pelo pessoal da Divisão de Desenvolvimento Sociocultural, do SESI, nos dão certeza de que o nosso pé de meia literário caminha, aos poucos, contabilizando bons lucros.

EDSON GABRIEL GARCIA
(Escritor e Educador)

SAMPA, maio de 2011


3 comentários:

Tonton1 de maio de 2011 13:22
Parabéns pra você, Edson, pelo gostoso relato - deu vontade de, um dia, também estar lá e participar de um momento tão agradável e de tanta satisfação para um escritor. E, da mesma forma, parabenizar o SESI por mostrar que tudo isso é possível, com determinação, boa vontade e, acima de tudo, compromisso com a formação das novas gerações. Abração, da tera do frevo e do maracatu, Tonton. (vistem: lij-pe.blogspot.com)

angela leite1 de maio de 2011 13:50
Edson, ler um depoimento como este seu renova em mim as esperanças de sermos, num futuro não tão distante quanto às vezes parece, um país leitor! Parabéns e continue a nos dar notícias boas como essa! abraço grande,
Angela

Thais Linhares2 de maio de 2011 13:12
Que beleza, Edson, parabéns pra ti e pro SESI também. Que ótima jornada!

SP: Mural - Maio de 2011


NÚMERO 19 - MAIO DE 2011

O Mural é uma agenda cultural postada todo início de mês,porém, editada ao longo do mês conforme os eventos surgem.A agenda das bibliotecas é renovada semanalmente.
Amigo associado de qualquer cidade do Estado de São Paulo,
contribua...
aguardamos notícias dos eventos do interior.

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MONÓLOGOS DA LUZ

Exposição em Vinhedo. Imperdível.
No Memorial do Imigrante até o início de julho.
Não é fotografia, não é cópia, é desenho livre.
J. B. Xavier.
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LANÇAMENTO DE ROSANA RIOS

Será dia 14 de maio, sábado, a partir das 15h30, na Livraria Martins Fontes da Paulista!
Haverá coquetel e tarde de autógrafos para comemorar mais este lançamento de Helena Gomes e Rosana Rios.
CONEXÃO MAGIA é uma novela fantástica que se passa em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador; conta a história de Gael, rapaz que é apanhado no meio de uma guerra entre clãs ocultos pela magia, nas terras brasileiras. Sem saber que é herdeiro de clãs que disputam o poder entre os Povos Mágicos, Gael se envolve com Anuk, garota voluntariosa que pode ser o único ponto fraco de uma sacerdotisa poderosíssima e maligna...


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LANÇAMENTO DE
SEBASTIÃO MARINHO E
MURILO SILVA

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A Hora e a Vez do Vestibular

No projeto “A Hora e a Vez do Vestibular”, as Bibliotecas Públicas, oCentro Cultural da Juventude Ruth Cardoso e o Centro Cultural São Paulorecebem professores de literatura que analisam e discutem as nove obras da literatura brasileira que são exigidas nos principais vestibulares de São Paulo. 



ZONA NORTE

Biblioteca Narbal Fontes
Com Professor Fernando Lara
Sábados às 10h
Dia 7 - Dom Casmurro - Machado de Assis
Dia 14 - O Cortiço - Aluísio Azevedo
Dia 21 - A Cidade e as Serras - Eça de Queirós
Dia 28 - Vidas Secas - Graciliano Ramos

Biblioteca Nuto Sant'Anna
Com Professor Fernando Lara
Sábados às 14h
Dia 7 - Dom Casmurro - Machado de Assis
Dia 14 - O Cortiço - Aluísio Azevedo
Dia 21 - A Cidade e as Serras - Eça de Queirós
Dia 28 - Vidas Secas - Graciliano Ramos

Biblioteca Pedro da Silva Nava
Com Professor André Renato
Sábados às 10h
Dia 7 - Dom Casmurro - Machado de Assis
Dia 14 - O Cortiço - Aluísio Azevedo
Dia 21 - A Cidade e as Serras - Eça de Queirós
Dia 28 - Vidas Secas - Graciliano Ramos
ZONA SUL

Biblioteca Castro Alves
Com Professora Fabiana Vascon
3ª feiras às 14h
Dia 3 - Dom Casmurro - Machado de Assis
Dia 10 - O Cortiço - Aluísio Azevedo
Dia 17 - A Cidade e as Serras - Eça de Queirós
Dia 24 - Vidas Secas - Graciliano Ramos
Dia 31 - Capitães da Areia - Jorge Amado

Biblioteca Malba Tahan
Com Professora Márcia Plana
2ª feiras às 10h
Dia 2 - Dom Casmurro - Machado de Assis
Dia 9 - O Cortiço - Aluísio Azevedo
Dia 16 - A Cidade e as Serras - Eça de Queirós
Dia 23 - Vidas Secas - Graciliano Ramos
Dia 30 - Capitães da Areia - Jorge Amado

Biblioteca Roberto Santos
Com Professora Márcia Plana
4ª feiras às 14h
Dia 4 - Dom Casmurro - Machado de Assis
Dia 11 - O Cortiço - Aluísio Azevedo
Dia 18 - A Cidade e as Serras - Eça de Queirós
Dia 25 - Vidas Secas - Graciliano Ramos

Biblioteca Viriato Corrêa
Com Professor Fernando Lara
Domingo às 11h
Dia 8 - Iracema - José de Alencar
Dia 15 - Dom Casmurro - Machado de Assis
Dia 22 - O Cortiço - Aluísio Azevedo
Dia 29 - A Cidade e as Serras - Eça de Queirós

ZONA LESTE

Biblioteca Adelpha Figueiredo
Com Professora Fernanda Ferreira
Sábado às 14h
Dia 7 - Dom Casmurro - Machado de Assis
Dia 14 - O Cortiço - Aluísio Azevedo
Dia 21 - A Cidade e as Serras - Eça de Queirós
Dia 28 - Vidas Secas - Graciliano Ramos

Biblioteca Cora Coralina
Com Professora Vanessa Castro
5ª feiras às 14h
Dia 5 - Dom Casmurro - Machado de Assis
Dia 12 - O Cortiço - Aluísio Azevedo
Dia 19 - A Cidade e as Serras - Eça de Queirós
Dia 26 - Vidas Secas - Graciliano Ramos

Biblioteca Gilberto Freyre
Com Professora Vanessa Castro
2ª feiras às 14h
Dia 2 - Dom Casmurro - Machado de Assis
Dia 9 - O Cortiço - Aluísio Azevedo
Dia 16 - A Cidade e as Serras - Eça de Queirós
Dia 23 - Vidas Secas - Graciliano Ramos
Dia 30 - Capitães da Areia - Jorge Amado

Biblioteca Hans Christian Andersen
Com Professora Fernanda Ferreira
Sábado às 10h
Dia 7 - Dom Casmurro - Machado de Assis
Dia 14 - O Cortiço - Aluísio Azevedo
Dia 21 - A Cidade e as Serras - Eça de Queirós
Dia 28 - Vidas Secas - Graciliano Ramos

Biblioteca Paulo Setúbal
Com Professora Ana Carolina Helcias
Sábado às 10h
Dia 7 - Dom Casmurro - Machado de Assis
Dia 14 - O Cortiço - Aluísio Azevedo
Dia 21 - A Cidade e as Serras - Eça de Queirós
Dia 28 - Vidas Secas - Graciliano Ramos

Biblioteca Prof. Arnaldo Magalhães Giácomo
Com Professor Cláudio Rosa
3ª feiras às 10h
Dia 3 - Dom Casmurro - Machado de Assis
Dia 10 - O Cortiço - Aluísio Azevedo
Dia 17 - A Cidade e as Serras - Eça de Queirós
Dia 24 - Vidas Secas - Graciliano Ramos
Dia 31 - Capitães da Areia - Jorge Amado

Biblioteca Ricardo Ramos
Com Professora Ana Carolina Helcias
Sábado às 14h
Dia 7 - Dom Casmurro - Machado de Assis
Dia 14 - O Cortiço - Aluísio Azevedo
Dia 21 - A Cidade e as Serras - Eça de Queirós
Dia 28 - Vidas Secas - Graciliano Ramos

Biblioteca Rubens Borba Alves de Morais
Com Professora Vanessa Castro
Sábado às 10h
Dia 7 - Dom Casmurro - Machado de Assis
Dia 14 - O Cortiço - Aluísio Azevedo
Dia 21 - A Cidade e as Serras - Eça de Queirós
Dia 28 - Vidas Secas - Graciliano Ramos

ZONA OESTE

Biblioteca Alceu Amoroso Lima
Com Professora Fabiana Vascon
4ª feiras às 14h
Dia 4 - Dom Casmurro - Machado de Assis
Dia 11 - O Cortiço - Aluísio Azevedo
Dia 18 - A Cidade e as Serras - Eça de Queirós
Dia 25 - Vidas Secas - Graciliano Ramos

Biblioteca Camila Cerqueira César
Com Professor Cláudio Rosa
4ª feiras às 14h
Dia 4 - Dom Casmurro - Machado de Assis
Dia 11 - O Cortiço - Aluísio Azevedo
Dia 18 - A Cidade e as Serras - Eça de Queirós
Dia 25 - Vidas Secas - Graciliano Ramos

Biblioteca Mário Schenberg
Com Professora Lisângela Peruzzo
5ª feiras às 14h
Dia 5 - Dom Casmurro - Machado de Assis
Dia 12 - O Cortiço - Aluísio Azevedo
Dia 19 - A Cidade e as Serras - Eça de Queirós
Dia 26 - Vidas Secas - Graciliano Ramos

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O Escritor na Biblioteca

O Projeto foi criado com o intuito de aproximar os autores de seus leitores através de bate-papo informal, em que os escritores falam de sua vida e obra e respondem os questionamentos do público. O projeto já recebeu grandes nomes da literatura nacional, como Ferreira Gullar, Lya Luft e Pedro Bandeira, além de nomes internacionais como o moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa.


Januária Cristina Alves
Jornalista, mestre em Comunicação Social, escritora e editora-chefe do Jornal Folha Educação, dirigido a professores. Entre suas obras estão “Amor...Perdidos e Achados”, “Dois amigos e a liberdade”, “A ponte dos sonhos”, “Amor de índio” e “A fantástica viagem do pequeno cidadão”.


Carlos Tramontina
Jornalista, âncora do SPTV – 2ª edição e editor-chefe do programa Antena Paulista. Sobre suas experiências como repórter, Tramontina escreveu “Entrevista: a arte e as histórias dos maiores apresentadores da televisão brasileira” e “A morada dos deuses: um repórter nas trilhas do Himalaia”.
Biblioteca Raul Bopp
Dia 11 às 10h30 

Biblioteca Malba Tahan
Dia 18 às 10h30


Sacolinha
Escritor e ativista cultural, faz palestras sobre a literatura e a questão racial. Ele é idealizador de projetos como o Pavio de Cultura, concursos literários, Varal Literário e Literatura nossa – fanzine. Entre seus livros estão “Graduado em marginalidade”, “85 letras e um disparo”, “Estação Terminal” e “Peripécias da minha infância”.


Olívio Jekupê
Indígena do Paraná, Olívio Jekupê é escritor, poeta, filósofo e também palestrante. Estudou filosofia na PUC de Curitiba e na USP. Atualmente é presidente da Associação Guarani Nhe´e Porá. Algumas de suas obras são “Tekoa: conhecendo uma aldeia indígena”, “O Saci verdadeiro” e “500 anos de angústia”.


Sérgio Sá
Escritor, músico, intérprete, compositor e arranjador. Cego de nascença, Sérgio tem uma sensibilidade apurada e um incrível talento para a música. Escreveu os livros “Fábrica de sons”, “Feche os olhos para ver melhor” e “Ecos do amanhã”.

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Oficinas Culturais
Oficinas de teatro, quadrinhos, bonecos,
encadernação e oficinas infantis
são oferecidas nas bibliotecas em maio.
Oficina de Teatro Contemporâneo
Com Profª Adriana Pires Através de textos contemporâneos nacionais e internacionais, os participantes são convidados a improvisar e criar cenas utilizando técnicas teatrais.
A partir de 15 anos
Carga horária de 42 horas
Inscrições até o dia 4 de maio no telefone 11 2973-4461, das 10h às 16h
A partir de 5 de maio 
5ª feiras das 13h30 às 16h30

Contando Histórias com Objetos
Com Kelly Orasi
Serão abordados temas como os recursos do teatro de objetos para a ilustração da arte de contar histórias, o objeto e sua carga de significados e a inserção do objeto na narrativa oral e a sutileza da manipulação.
Dia 11 de maio das 14h às 17h
Confecção de Bonecos
Com Márcio Augusto Rodrigues Confecção de bonecos utilizando papel e muita criatividade.
Livre
De 6 a 27 de maio
6ª feiras das 9h às 12h
Iniciação Teatral
Com Prof. Eugênio
Oficina que pretende introduzir os participantes na linguagem teatral, em especial na técnica de interpretação, e nos exercícios de criatividade. Através da observação, treinamento, ensaio e apresentação, os participantes experimentam todas as etapas de criação teatral, incluindo escolhas de figurino, luz, som e cenário.
A partir de 15 anos
Carga horária de 48 horas
25 vagas.
Inscrições até o dia 6 de maio no telefone 11 2143-1811, das 10h às 16h.
A partir de 7 de maio 
Sábados das 13h às 16h
Quadrinhos. Prazer em conhecer!
Com Nobu Chinen
Serão estudados a linguagem das histórias em quadrinhos analisada em cada um de seus elementos, como vinheta, balão e onomatopéia, o controle do tempo e o uso do espaço na construção da narrativa. Conceitos e técnicas utilizadas por grandes autores que tornam a leitura dos quadrinhos uma experiência enriquecedora.
A partir de 11 anos.
50 vagas.
Dia 11 de maio das 14h às 15h30

Introdução à Encadernação Artesanal
Com Profª Adriana Castilho Oficina com o objetivo de introduzir os participantes nas possibilidades da criação artesanal de livros, tendo em mente os princípios da encadernação básica.
A partir de 14 anos
Carga horária de 15 horas
Inscrições até o dia 11 de maio pelo telefone 11 5573-4929, das 10h às 16h
A partir de 12 de maio
5ª feiras das 9h às 11h30

Oficina de Livros Pop-UpCom Liana Yuri
Com a utilização do livro pop-up como um instrumento facilitador do aprendizado, a oficina objetiva o ensino multidisciplinar englobando as artes, a literatura e o ensino de valores. Através das técnicas de Origami (arte de dobrar o papel) e Kirigami (arte de cortar o papel), os participantes são convidados a criar seu próprio livro pop-up.
De 8 a 12 anos. 20 vagas.
Agendamento diretamente na Biblioteca ou por telefone 
Dia 24 de maio das 9h às 11h


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Dicas de Leitura - As Mães na Literatura
O Dia das Mães está chegando e, para conhecer melhor o rico universo dessas figuras tão importantes em nossas vidas, que tal ler alguns livros sobre o assunto?
São diversas histórias sobre a importância das mães nas vidas de seus filhos, os conflitos dessa relação, as dificuldades enfrentadas por elas e também a convivência com outras mães (como avós, tias, bisavós).


Nas Bibliotecas você encontra livros como:

Mãe que faz e acontece
Edi Lima
Mãe é uma unanimidade - apesar dos seus defeitos e esquisitices, todo mundo concorda que nunca se inventou coisa melhor no mundo. O livro conta a importância da figura materna no decorrer da vida do filho, com sua força, seu amor e sua amizade.

Minha mãe não dorme enquanto eu não chegar (e outras crônicas)
Moacyr Scliar
Coletânea de crônicas contemporâneas de Moacyr Scliar, em que percebemos a preocupação em estabelecer alianças fraternais e familiares nessas aventuras do dia-a-dia do qual todos participamos intensamente.

Mãe em noite de lua cheia
Luiz Antonio Aguiar
Ser bruxa ou ser fada, lutar para ser feliz ou atender aos desejos dos outros? Era essa a grande dúvida na vida da mãe de Bisa, uma mulher que, aos 36 anos, resolve optar pelo risco de acreditar nos seus sonhos e lutar por eles mesmo que isso magoe sua filha adolescente. Ao se separar do marido, a mãe resolve escrever à sua filha relembrando os momentos de quando viviam juntas.

O dia em que troquei de mãe
Jaqueline de Mattos
Bruna não agüenta mais a mãe. São tantas as exigências e obrigações que o melhor é fugir e ir morar na casa de Susan, onde a situação parece ser melhor. Mas nem sempre as coisas são como parecem.

A mãe da mãe da minha mãe
Terezinha Alvarenga
A menina de cinco anos vai conhecer a bisavó numa casa cheia de encantos. Mas como perceberá aquela figura tão idosa? A velhinha inspirará carinho ou medo na bisneta? As ilustrações e o projeto gráfico, com recortes especiais, fazem o leitor acompanhar a menina em sua descoberta.

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A programação cultural de maio traz várias atividades ligadas à comemoração do Dia das Mães, tais como:

Oficina Ikebana com a monja Ana
Ikebana é uma arte floral que se originou na Índia, onde os arranjos eram destinados a Buda, e foi personalizada na cultura nipônica, pela qual é mais conhecida. Em contraste com a forma decorativa de arranjos florais que prevalece nos países ocidentais, o arranjo floral japonês cria uma harmonia de construção linear, rítmica e colorida.
Livre. Carga horária de 90 minutos.
20 vagas. Inscrições até 4 de maio, diretamente na Biblioteca, pelo telefone 11 2292-3439 ou pelo e-mail bmadelphafigueiredo@yahoo.com.br
Biblioteca Adelpha Figueiredo
Dia 6 de maio às 14h e às 15h30

Contação de histórias: Contar é preciso, ler é indispensável
Com Andréa de Sousa
Contos e declamação de poemas divertidos estimulam o potencial criativo e o prazer de ler: “Mamãe com açúcar” e “Contos de facécias, de suspense, de fadas e de meiguice”.
Público: participantes de programas de incentivo à leitura, jovens e adultos. 60 minutos.
Inscrições pelos telefones 11 5687-0408 e 5691-0433
Biblioteca Belmonte
Dia 10 de maio às 10h e 14h

Contação de histórias: Contos para pequenos e grandes de Rubem Alves
Com Solange Lopes
Histórias para pequenos e grandes em torno de temas dolorosos, em homenagem às mães. De autoria do escritor Rubens Alves: “O pássaro encantado”, “Como nasceu a alegria” e outras.
Livre. 40 minutos.
Biblioteca Castro Alves
Dias 24 e 26 de maio às 10h 

Biblioteca Chácara do Castelo
Dia 25 de maio às 10h
Dia 27 de maio às 14h