sexta-feira, 19 de novembro de 2010

SP: Pé de meia literário (14)

Um mar de leitores

Nem podia ser diferente. Cidade localizada no litoral fluminense, Paraty deu um nome peculiar ao seu projeto de leitura: Mar de Leitores.
Quantas interpretações possíveis, este “mar de leitores” nos instiga a pensar. O primeiro, e mais imediato, e talvez o mais adequado: muitos leitores. Tantos e tantos que podemos falar em quantidade imensa, do tamanho do mar.
Falar de Paraty, nestes últimos anos, em matéria de leitura e leitores, o que vem à lembrança é a FLIP (Festa Literária Internacional de Paraty) e sua parceirinha, a FLIPINHA. Não é por menos. No entanto, depois que a agitação glamurosa da festa internacional desaparece e a cidade volta a conviver com seus dias calmos, históricos e sossegados, uma outra intencionalidade surge: fazer da cidade, uma cidade de leitores. Aí começa (ou continua) a atuação do pessoal do Mar de Leitores, a turma da ong Casa Azul e seus parceiros da secretaria municipal de educação, técnicos e educadores das escolas.
O projeto caminha para o seu segundo ano de vida, com conquistas interessantes, uma das quais um documento legal da secretaria de educação que garante no currículo de todas as escolas uma hora semanal de atividades específicas de leitura. Outra conquista: uma carta de intenção da secretaria se disponibilizando a manter uma política de reposição de acervo. Ações como essas mobilizam os representantes da Casa Azul, da secretaria de educação e os educadores de todas as escolas do município. Em reuniões mensais, com a presença da secretaria, de representantes da Casa Azul e convidados, as coisas vão acontecendo, tomando rumo, abrindo espaços.
Estive por lá, como convidado, no último dia 10 de novembro, falando para/com os educadores (gestores e coordenadores pedagógicos) que tocam as ações nas escolas. Falei da minha experiência como gestor de escola, de sala de leitura e como membro de equipe criadora de programas de incentivo à leitura, entre os quais, o programa de salas de leitura das escolas municipais de São Paulo e o Prazer em Ler, do Instituto C & A. Conversamos sobre a importância da leitura na sociedade contemporânea, sobre a dupla tarefa do educador, formar-se leitor e formar leitores, sobre acervos, escolhas e persistência.
Voltei para casa com satisfação dobrada: de um lado, por ter colaborado com o projeto, cruzando histórias, trocando certezas; e, de outro lado, por reforçar questões pelas quais venho batalhando há muito, a importância da escola no trajeto da educação para a literatura e a necessidade fundamental de se fazer de cada educador um leitor. 
Mar de Leitores, da bela Paraty, renovou em mim a certeza de que as coisas podem ser simples, em matéria de programas de incentivo à leitura, quando se juntam a vontade política, o espaço para a organização, discussão e elaboração de projetos e o envolvimento dos educadores. Taí...
Mar de Leitores certamente é um programa de formação de leitores que tem tudo para transformar a cidade em cidade leitora. 

Constitui-se, graciosa e energicamente, um alto valor para o nosso pé de meia literário.

Edson Gabriel Garcia
Educador e Escritor

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

SP: Quintas (35)

Os últimos escritos 
“Há adeuses nos girassóis da minha mente” 


O cavalo foi domesticado. Uma perda para a natureza. Um ganho para a humanidade. A humanidade vive ganhando. Gosto, aliás, daquele pensamento indígena: “Só depois que a última árvore for derrubada, o último peixe for morto, o último rio for envenenado, todos irão perceber que dinheiro não se come.” 
A humanidade não existe, é um conceito abstrato. Faz tempo penso assim. O que há são seres bondosos, mas isso não importa agora, como não importa a saudade de Hume, por exemplo, ou a grandeza da minha alma. 
Hoje, quase final de novembro, cantei pneu na estrada. Um rei já fez isso antes de perder a velocidade. Cantei pneu porque tudo parece que faz tanto tempo. É preciso a postura de rei sempre. Mas ando machucado, a alma com esta infecção me atrapalha muito. Porém ainda não perdi a noção de que as estrelas estão no céu, independente da visibilidade. 
Quero voltar para o cavalo, melhor, para o aspecto da interferência da humanidade no rumo das coisas na natureza (hipocritamente chamada de mãe). A natureza do cachorro é a do lobo, mas hoje, domesticado, é chamado de melhor amigo do homem, talvez tenha algumas qualidades que o homem aprecia muito, como a obediência... 
Quero voltar para a poesia. Penso que a cidade na qual vivo, se não fosse tão concreta, talvez se transformasse em sampa, o que significaria a sua abertura total para a poesia. Mas há a impossibilidade de vertê-la em poesia (a cidade está sempre dentro do homem, se ele é um homem da cidade). 
Algo me distraiu e perdi um fragmento mental que sei que desembocaria na falta que sinto de Caetano Veloso, o que significa aqui a essência, aquilo que permanece, como a profundidade de um verso que representa a verdade que se derrama sobre séculos de filosofia, um verso que afirma “Que a coisa mais certa de todas as coisas não vale um caminho sob o Sol!” 
Mas a poesia, onde ela está? Vi uma criança comendo uma fatia de pão com margarina. Ali está a poesia. Se alguém presenciou mão estendendo fatia de pão com manteiga num dia chuvoso, tomou ciência da poesia. Eu já me senti poeta. Nada a ver com arranjos de palavras. É outra coisa a que me refiro. Quem viu um cavalo no verde-paz de um entardecer sabe o que é poesia. 
Bem, contos e crônicas, a vida segue em frente. O que eu sofri, as coisas pelas quais eu sofri, não alterou nada; o poeta, ou esse modo de ser do homem, não promoveu alterações nos destinos das coisas, no destino do cavalo, por exemplo, mas sempre há uma centelha de interferência no destino de alguém. 
Há adeuses nos girassóis da minha mente. Que pena! 

MARCIANO VASQUES
http://www.cianomar.blogspot.com/

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

SP: O autor e sua obra - Lima Barreto

Prezados leitores,

Hoje, 15 de novembro, a página "O autor e sua obra" do blog paulista coloca no ar a participação do escritor Marciano Vasques, falando sobre Lima Barreto.

Agradeço muito e um forte abraço,
Regina Sormani


LIMA BARRETO

Hoje, 15 de novembro, feriado nacional no Brasil. Dia de Lima Barreto. Deveria ser assim, afinal, quem mais na imprensa e na literatura quis e clamou por uma República autêntica?

Isso mesmo. O maior dos mulatos bem quis proclamar a República, mas não a República da burguesia, a República da Belle Époque, porém a República do seu povo, do povo mulato do Rio de Janeiro, do povo pobre, da lavadeira, do operário. Lima Barreto, a voz solitária na imprensa, com suas crônicas de liberdade, a primeira voz a defender a mulher nas páginas dos periódicos, e a gritar contra os assassinos de mulher.

O escritor, conhecido como o "mulato dos mulatos", com sua "alma de bandido tímido", foi um exemplo notável de escritor a serviço da humanidade. 

Humanista, queria que a República verdadeira fosse proclamada, por isso denunciava a falsa República, e escrevia para ser lido, mas ser lido pelo seu povo, pelo povo que subiu ao morro. Escrevia propositalmente numa linguagem nada estilizada, nada elitizada. Menosprezava os escritores que escreviam de forma requintada para serem lidos pelos seus pares. Acreditava que a República deveria começar na literatura, na escrita, na forma como se lida com o idioma, e como se faz literatura.

Ironicamente nascido num 13 de maio, e ironicamente morrendo em 1922, quando em São Paulo aconteceu a Semana da Arte Moderna, Lima, que antecipou o tempo, o grande cronista, escreveu livros memoráveis, como "Triste Fim de Policarpo Quaresma", na qual apresenta o seu personagem comovente, o nacionalista que sonha com um Brasil que não existe além do seu coração e da sua mente. 

Afonso Henriques de Lima Barreto, nascido no ano da publicação de O Mulato, de Aluísio de Azevedo, escreveu também Clara dos Anjos, O Homem que sabia javanês, Bruzundangas, e uma fértil coleção de crônicas em jornais da época. Crônicas que abordavam os mais variados assuntos, como as superstições do povo do Brasil, as mulheres vítimas da violência brutal, a falsa república... 

Lima Barreto nasceu num bairro, digamos, de classe média, e caminhou em direção ao subúrbio, para ficar mais próximo do povo que amava. Sua residência, bem longe da República burguesia, ao receber o nome de Vila Quilombo, deixava Copacabana enraivecida.

A juventude precisa ler Lima Barreto, todos deveriam ler o homem que queria inaugurar a República autêntica.

MARCIANO VASQUES

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

SP: Vice-Versa de Novembro de 2010

Meus caros,
Estou postando, com muita satisfação, o Vice-Versa de novembro entre o escritor Marciano Vasques, da regional SP e a editora independente Agueda Guijarro.
Grande abraço,
Regina Sormani


Agueda Guijarro

Marciano Vasques


Marciano responde.

1.Como foi entrar como autor no universo da Literatura Infantil?

Passei a minha infância criando mil capas de gibis e suas respectivas aventuras. Depois, na adolescência, escrevi todos os poemas, e sempre permiti que essa gigantesca felicidade, a da leitura, fizesse parte da minha vida. Então, depois de ter pintado quadros, e desenhado muito, e publicado Histórias em Quadrinhos em jornais, decidi num dia sábio que seria escritor, já que de ser poeta era inútil fugir, eu já estava docemente condenado para isso. Passei então a escrever poemas que outros poetas liam, e cada vez mais "intelectuais". Então aconteceu algo extraordinário em minha vida: comecei a dar aulas para crianças... E logo em seguida tornei-me Professor Orientador de Sala de Leitura... Foi ai que tive o meu primeiro contato profundo com a Literatura Infantil...

2. Conte-nos qual livro marcou sua infância e / ou adolescência.

Quando era bem mais menino li o livro do Monteiro Lobato com o rinoceronte na capa. Aquele mundo me fascinou, fiquei encantado, sem possibilidade de quebrar o encanto. Mas na infância li mesmo pra valer os gibis, os meus companheiros inseparáveis. Por onde eu andava, o "Espírito que Anda" me acompanhava, com toda a sua "mitologia". Na adolescência, li um livro de Jorge Amado que me impressionou. Jubiabá. A forma como ele conduzia a narrativa mesclando a sua poesia natural com a exacerbação erótica me cativou. A cada página eu me enluarava nas suas narrativas. Estava diante de um escritor que trazia a maresia quando falava do mar.

3. Já leu algum livro e ao terminá-lo, pensou: "Puxa, eu gostaria de ter escrito este livro!" Qual e por quê?

Crônica de Uma morte anunciada. Li de um só gole, gole de Coca - Cola, enfim... Mas li sem parar, pois não dava para parar. O texto me lembrando o tempo todo de A Morte e A Morte de Quincas Berro D'Água. A narrativa assim cinematográfica, naquele estilo vertiginoso. Realmente, eis um livro que eu gostaria de ter escrito. De qualquer forma, tantos e tantos eu gostaria também de ter escrito, inclusive e principalmente na Literatura Infantil, que temos coisas tão lindas e preciosas.

4. Como é o seu processo de criação? Tem um cantinho especial ou um horário... quando você sente que de uma ideia está nascendo um livro?

Horário eu tenho sim, para passar a limpo, passar para a tela, quando não escrevo diretamente, como atualmente ocorre. Mas o processo de criação? Escrevo no ônibus, no metrô, sempre foi assim. As ideias são serelepes, são bem sapequinhas, e não avisam quando vão chegar. Então, não me dão tempo de criar uma rotina. Mas sou disciplinado. Das 4 horas da manhã até às 6 horas, o computador é meu, mesmo porque todos estão dormindo.


Agueda responde

1. Como editora, qual o sentimento que sente ao aprovar um livro, e saber que a partir desse gesto, dessa decisão, uma nova obra poderá encantar e influenciar mentes e corações, e contribuir para a andança das palavras no mundo escrito?

É muito satisfatório, mas a responsabilidade tem a mesma proporção. Quando um texto é aprovado, já imaginamos o caminho que queremos que ele percorra, assim como um filho. Mesmo sabendo que depois de pronto, já não temos mais controle sobre ele. Saber de alguma adoção ou prêmio recebido, essa é a maior contribuição. Além dos pedidos de reimpressões... 

2. Sempre está presente aos eventos de lançamentos dos autores, e comparece para dar o seu abraço, manifestar o seu carinho. Considera esse relacionamento com o autor algo importante no universo literário?

Sim, esse contato pessoal é muito importante ainda mais nesses tempos tecnológicos. Produzimos um livro inteiro sem nunca ver o autor ou o ilustrador. Só tendo contato por e-mails e telefone. Sempre que possível gosto de fazer pelo menos uma reunião pessoalmente. É bom conversar olho no olho! Passa confiança, além de estreitar o vínculo profissional.

3. Cada um tem a sua história. Qual a sua? Qual é a sua trajetória? Os momentos marcantes que delinearam o seu caminho no mundo das letras?

Entrei na área editorial por acaso. Quase fiz Direito! Por influência de uma tia, prestei vestibular para Comunicação Social. Passei, desisti do Direito e me formei em Produção Editorial. Depois de alguns estágios, fui trabalhar com edição de livros médicos. Quando saí da Editora Lemos entrei na Salesiana para trabalhar com a edição dos livros religiosos. Depois, passei para literatura infantil e juvenil, onde fiquei por 5 anos. Foram muitos os momentos marcantes. Cada livro produzido traz uma “história de bastidor” que me fascina. Mas, a maior satisfação é receber o retorno do autor comentando sobre o livro pronto. E depois as vendas! Além dos prêmios. 

4. O governo compra livros, isso é louvável. Porém, o que mais deveria ser feito em nível de governo para aproximar os jovens da leitura?

Imagino que também é preciso preparar melhor os professores para trabalhar com esses livros. Além da escolha de textos que dialoguem com os jovens dentro de sua realidade. Claro que os clássicos são importantes, mas sem um preparo em relação ao texto que será trabalhado, é difícil. A linguagem distancia o jovem desses textos, mas com um professor bem preparado, o aluno só irá ganhar.

SP: Quintas (34)

A IMAGINAÇÃO POVOA O MUNDO

O mundo é povoado pelos seres da imaginação. Muitos nasceram ao redor de fogueiras, outros têm origem caseira; a maiêutica familiar.
A mãe é responsável pelo imenso acervo da imaginação.
Para proteger seus pimpolhos e para que as crianças se tornassem obedientes, elas criaram seres fantásticos que evitaram que seus filhos corressem perigos pelas ruas, terrenos baldios e matos avulsos.
O bicho papão, que recebe diversos nomes de acordo com a região, sempre assustou as criancinhas. A Cuca, na cantiga doce e suave de ninar, é o velho que põe crianças num saco e as come. Assusta. Também é a cuca um jacaré com cabeleira, uma bruxa. Cuidado com a Cuca!
Crianças desapareciam lá em Alagoas, e se espalhou por várias regiões a disseminação do medo do papa-figo.
Mas não são apenas os seres , também as superstições educadoras representam a incrível pedagogia materna que sem querer tanto enriquece a mente da criança.
Chinelo virado atrai morte na família, e pior, pode ser a mãe. Passar por debaixo da escada nem pensar (E pode realmente ser perigoso).
Nem todas as superstições foram inventadas pelas mulheres de casa. A coruja piando no telhado anunciando a morte de alguém da família provavelmente terá sido inventada por algum homem assustado que um dia relacionou a coincidência do seu canto com a morte de algum parente.
Quase todos os seres e as superstições de origem caseira surgiram para educar ou para disciplinar, para proteger, para salvar as criança de um mundo terrível, habitado por criaturas que devoram, que comem os pequenos. E elas estão lá fora, vagando noite adentro.
Algumas lendas urbanas talvez tenham essa função, talvez apenas assustem, como a loira do banheiro, lenda nascida no bojo da escola.
Temos outro mundo dentro do mundo, um mundo povoado e enriquecido pelos habitantes fantásticos.

MARCIANO VASQUES

SP: O autor e sua obra - Machado de Assis



Queridos leitores,

Estou inaugurando a página: O autor e sua obra, homenageando o escritor brasileiro Machado de Assis. (1839/1908 RJ) Joaquim Maria Machado de Assis, de origem humilde, é com certeza um dos grandes nomes da literatura brasileira. Diretamente ligado à fundação da Academia Brasileira de Letras, ocupou a cadeira de número 23. Casou-se com Carolina Augusta Xavier de Novais. Em sua evolução literária, existem duas fases: a primeira, de poesias românticas e dos romances, tais como: A mão e a luva, Helena, Iaiá Garcia, Contos Fluminenses, Crisálidas (coletânea poética). Histórias da meia-noite, Quase ministro (comédia). A segunda fase, marcada pela amargura e desencanto, produziu: Memórias póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó, Memorial de Aires. Também publicou contos: Papéis avulsos, Histórias sem data, Relíquias da casa velha.

São obras de publicação póstumas: Missa do galo, O espelho, O alienista, verdadeiras obras-primas da nossa literatura. Machado deixou, ainda, várias peças teatrais reunidas no volume Teatro.

A ilustração de Machado, acima, foi realizada para a revista ENTRELIVROS da editora Duetto, em 2006, pelo Marchi, em estilo cubista. A técnica utilizada foi acrílico sobre cartão preparado com gesso. Tem sido muito requisitada para referências e homenagens a esse grande autor brasileiro.

Forte abraço,
Regina Sormani

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

PR: Liberdade e Arte de Desenhar, com Orlando Pedroso


De 8 a 10 de novembro aconteceu dentro da programação da Corrente Cultural, a oficina Liberdade e Arte de Desenhar, com Orlando Pedroso.
Reuniram-se na Gibiteca do Solar do Barão, nomes como Solda, Tyler, Márcia Széliga, Natan, Pryscila Vieira, Paixão, Edu, entre outros.
Em breve, será postada uma mostra da produção. Maravilhosa!

Postado há 10th November 2010 por Márcia Széliga

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

PR: A Arte de Contar Histórias - Curso

Todo mundo tem um contador de histórias dentro de si e de vez em quando ele fica se remexendo pra sair, ir pro mundo.
A Casa do Contador de Histórias ajuda esse contador a aflorar, por meio de um curso especialmente preparado para isso.

Quando:

27 de novembro - Sábado: 8:30 às 12:30 e 13:30 às 18:30

28 de novembro - Domingo: 8:30 às 13:30

(Duração: 12 horas)

O curso é eminentemente prático e fundamentado na metodologia desenvolvida pela Casa do Contador de Histórias, que trabalha com histórias para o resgate da autoestima, da coragem de viver e do viver no coletivo. Nele, são desenvolvidas e praticadas habilidades ligadas a pausa, ritmo, gesto e memorização, além de fundamentos sobre a origem e o tipo de histórias e suas características.

Contribuição associativa

Temos três possibilidades de preço associativo. Consulte seu coração e sua disponibilidade e opte por uma delas:

Ideal R$ 200,00 ou 2 x R$ 100,00

Real R$ 180,00 ou 2 x R$ 95,00

Mínima R$ 165,00 ou 2 x R$ 85,00

A contribuição pode ser:

- À Vista – até a quarta-feira anterior ao curso

- Em 2 vezes –até a quarta-feira anterior ao curso + 30 dias depois

Contar histórias é um ato de amor. É deixar o coração falar uma linguagem muito antiga, diretamente ao coração do ouvinte. É pintar com a voz, os gestos, imagens que qualquer um entende. Contar histórias é fazer a vida valer a pena, de um jeito muito especial.

contato@casadocontadordehistorias.org.br


(41) 9116-0587

Postado há 8th November 2010 por Márcia Széliga

domingo, 7 de novembro de 2010

RJ: A ilustradora Anielizabeth participa do Paixão de Ler - Edição 2010

A campanha PAIXÃO DE LER 2010, uma ação da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, em sua 18a edição terá como tema a POESIA. A escolha desse tema tem a intenção de estimular a divulgação e leitura do texto poético.

Essa é uma importante campanha de estímulo a leitura. Durante a semana da Paixão de Ler deste ano - de 5 a 12 de novembro próximo – haverá ações culturais em todas as bibliotecas populares municipais da cidade do Rio de Janeiro e também em centros culturais, lonas culturais da cidade, bem como em teatros, em auditórios, praças, parques, meios de transportes, livrarias, praias e em outros locais públicos ou privados.

Você está convidado a participar do CIRCUITO JOVEM DE LEITURA com a ilustradora ANIELIZABETH.

Local: BIBLIOTECA POPULAR MUNICIPAL CAMPO GRANDE
Dia 10 de novembro, às 15h

Para conhecer melhor o trabalho desta ilustradora basta acessar o site
http://www.anielizabeth.blogspot.com/

PR: Carrapatos e Catapultas


Carrapatos e Catapultas, episódios em série de animações de Almir Correia, que serão exibidos a partir de março de 2011 pela Rede Cultura e TV Brasil.

Postado há 7th November 2010 por Márcia Széliga