domingo, 7 de novembro de 2010

PR: Michelle Behar lança livro na Guatemala



Michelle Behar lança livro de sua autoria e ilustração Zoomorfosis, em uma exposição de gravuras originais de sua obra na Galeria de Arte Die Augen, na Guatemala, dia 11 de novembro, às 18:00hs.

GRABADOS EN LINÓLEO QUE ILUSTRAN EL LIBRO ZOOMORFOSIS
DIE AUGEN
Galería de Arte
6ta Ave. 4-61 Zona 10, 4 y 5to Nivel

Michelle Behar, artista plástica guatemalteca-brasileña, residente en Curitiba - PR, presenta un libro ilustrado con linóleos coloridos originales y una historia que muestra la transformación de los sentimientos en arte.

Una serie de grabados en linóleo reunidos en un libro, representando sentimientos muy humanos del momento de creación artística del grabado y la poesía.

Las imágenes inspiran la poesía, y logran mostrar como un sentimiento fuerte puede llevar a la metamorfosis de la artista, descubriendo un potencial artístico desconocido, en el caso la poesía en sí.
El libro es bilingüe español - portugués.


Postado há 7th November 2010 por Márcia Széliga

sábado, 6 de novembro de 2010

PR: Semana de Letras da UTFPR


Palestra sobre Literatura Infantil
Mesa redonda
com Gloria Kirinus e Catia Toledo
Terça-feira, dia 9 de novembro de 2010, 14:00 hs
na UTFPR

Postado há 6th November 2010 por Márcia Széliga

PR: Balé da Chuva



Balé da Chuva

Se você olhar direito
vê que a chuva é um balé
se ouvir com atenção
vai sentir que é
o balé da chuva
balé da chuva!
Olha as gotas na calçada
tic, tic, tic, tic
Ouça as gotas na calha
cló, cló, cló, cló,
e quando cai nas plantas
chó, chó, cho, chó
é um barulho de chuva
da orquestra da chuva
do balé da chuva.

Marilza Conceição
ilustração de Alessandra Tozi

Postado há 6th November 2010 por Márcia Széliga
   
1  comentário

Marilza Conceição6 de novembro de 2010 07:18
Contato para adquirir O Balé da Chuva
marilzan@gmail.com

SP: Censura à Monteiro Lobato


Meus amigos,

Estou repassando, para que todos tomem conhecimento das discussões em torno do veto do Conselho Nacional de Educação ao livro AS CAÇADAS DE PEDRINHO, obra de Monteiro Lobato. Segue manifestação de consagrados autores brasileiros a respeito dessa tentativa de censura. O retrato de Lobato, óleo sobre cartão, foi pintado pelo Marchi para a revista do Círculo do Livro.

Um abraço,
Regina Sormani

LOBATO, LEITURA E CENSURA

Os abaixo-assinados, escritores brasileiros que, como Monteiro Lobato, têm suas obras destinadas às crianças brasileiras, vêm, através deste documento, apresentar seu desagrado e desacordo ao veto do Conselho Nacional de Educação ao livro As Caçadas de Pedrinho, do nosso grande autor. Suas criações têm formado, ao longo dos anos, gerações e gerações dos melhores escritores deste país que, a partir da leitura de suas obras, viram despertar sua vocação e sentiram-se destinados, cada um a seu modo, a repetir seu destino.

A maravilhosa obra de Monteiro Lobato faz parte do patrimônio cultural de todos nós – crianças, adultos, alunos, professores – brasileiros de todos os credos e raças. Nenhum de nós, nem os mais vividos, têm conhecimento de que os livros de Lobato nos tenham tornado pessoas desagregadas, intolerantes ou racistas. Pelo contrário: com ele aprendemos a amar imensamente esse país e a alimentar esperança em seu futuro. Ela inaugura, nos albores do século passado, nossa confiança nos destinos do Brasil e é um dos pilares das nossas melhores conquistas culturais e sociais.

Ana Maria Machado
Bartolomeu Campos de Queirós
Lygia Bojunga
Ruth Rocha
Pedro Bandeira
Ziraldo

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

PR: Periquitos Urbanos


Periquitos urbanos
revoam promessas
a cada
semente.

Tempo de acordar
nos canteiros
de concreto
um bando de
girassóis.

Gloria Kirinus
ilustração de Heliana Grudzien/técnica mista

Postado há 5th November 2010 por Márcia Széliga

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

PR: Palestra O Simbolismo nos Sonhos e Desenhos Infantis

Realizou-se a palestra O Simbolismo nos Sonhos e Desenhos Infantis ministrada pelas professoras Pilar Pérez e Gloria Kirinus, sob o aval da Biblioteca Pública do Paraná e da Associação dos Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil (AEILIJ-PR).

Trata-se de uma apresentação sobre as manifestações do DESENHO e da PALAVRA, sob um viés dos Estudos do Imaginário e com ênfase no Design Editorial Infanto-Juvenil.

Pilar Perez é artista visual, doutora em Belas Artes e professora da Universidad Autónoma de Madrid. Desenvolve pesquisa do desenho infantil numa proposta comparativa com crianças de Portugal, Espanha e Brasil.

Glória Kirinus é escritora de Literatura Infantil e Juvenil bilíngue, doutora em Letras e professora da UFPR, orientando atualmente um projeto de mestrado em Design (PPG-Design UFPR).

Portanto, nosso grupo de estudos convida a todos a participarem deste repentino e especial encontro, que ocorrerá dia 05/11 (sexta-feira), às 15h00, na sala de cursos - 3º andar da Biblioteca Pública do Paraná.
-- 
Gloria Kirinus
www.gloriakirinus.com.br
AEILIJ/PR Coordenadora Regional
(41)32565421
(41)32362136

Pilar Peres

Márcia Széliga, Glória Kirinus, Pilar Pérez, Mari Inês Piekas

Cristiane, Márcia Széliga, Glória Kirinus, Mari Inês Piekas

" Elige un trabajo que te guste y no tendrás que trabajar ni um día en tu vida" Confucio.


Postado há 4th November 2010 por Márcia Széliga

PR: Sol de outono

Sol de outono
é de lua

Lua de outono
é de sol?

Um e outro,
indecisos de rumos

fazem ciranda
de panos
no varal.


Gloria Kirinus

ilustração em lápis de cor de Márcia Széliga


Postado há 4th November 2010 por Márcia Széliga

SP: Quintas (33)

O ESPÍRITO DA RÃ

O menino que dormia com a canção de Caetano lê A Dialética do Esclarecimento , de Adorno e Horkheimer. O tempo, de alma fugaz, é o velho senhor. Meninos crescem. Fiquei olhando para este e me pus a pensar que não são iguais. Constatei sobressaltado que determinados meninos ao crescerem, sem ao menos se dar conta colecionam medos, temores, sem nunca avaliarem a própria inutilidade do medo, da insegurança, ou mais ainda, o efeito devastador, a ação paralisante desses sentimentos sobre a vida. Sem querer eu estava pensando no próprio tempo. 
No dia que geou sobre as parreiras do sul, também pensava no tempo e pela primeira vez compreendia a minha vocação de rã, não “A Rã Que Queria Ser Uma Rã Autêntica”, mas “A Rã Que Está No Fundo do Poço”. 
A compreensão alargava sintomaticamente o meu olhar, que se derramava sobre os telhados, a fuligem, os dormentes, a poeira, o giz, a chuva, o verde cheiro da grama, e neste derramamento se revelou o tempo. 
Quando, em qual momento, terá surgido o embrião da vocação de rã no fundo do poço? Como terá se erguido tal coisa? Como foi paulatinamente construída a idéia confusa de destino, com a incapacidade de administrar a própria mente? Levá-la para um porto, um seguro cais? Compreender finalmente que tudo se resolve inicialmente nela, no seu absoluto espaço, e só então, diante desta compreensão, poder ver com infinita transparência, que é necessário varrer a mente para que ela fique como um céu varrido, assim azul, pincelado de branco. 
Quando terá a minha alma encontrado as condições para viver na estreiteza? No encolhimento? Prisioneira de temores imarcescíveis? O que terá de fato contribuído acirradamente para que eu soterrasse nas entranhas do meu espírito o sufoco das margens, o medo, a incerteza, as angústias, a idéia supersticiosa de que às vezes não é possível se encontrar a saída? A idéia de que, pelo fato de estarmos vendo apenas uma fração do céu, somos distanciados da sua imensidão? 
Em quais condições e a partir de quais gestos começou a brotar em mim a separação entre a mente fértil e uma ação eficaz para a resolução de problemas e pesadelos? 
Que contribuição terá vindo da minha infância no sentido de semente ou fertilizante para o desenvolvimento de sensações e sentimentos de impotência ou nebulosidade visual diante da visão da generosidade fluente do universo? 
Que detalhes, que pormenores, que acontecimentos do cotidiano sedimentaram em mim a sensação de imobilidade que às vezes me assalta o coração, a idéia extraordinária de que as coisas negativas surjam sem que tenham originalmente sido projetadas em nossa mente? 
Sim, meninos crescem, e alguns acumulam em seu crescimento as seqüelas de um olhar severo, de uma voz dizendo coisas temerosas, de uma afirmação supersticiosa, e formam uma carapaça, uma casca dura, intransponível, aparentemente indestrutível, com a qual se refugiam longe do enfrentamento, se regozijam no reino do acomodamento. 
Mas o tempo, mesmo com a fugacidade da sua alma, nos revela que a manhã pode ser transparente como o seu próprio orvalho. 
Nos revela também que o espírito da rã pode ser alado. 
****

Marciano Vasques

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

SP: Página do Ilustrador - Naomy Kuroda

Nesta edição recebemos a participação de Naomy Kuroda.

Meu nome é Naomy Kuroda, sou ilustradora e tenho ilustrado para livros de literatura infantil e juvenil, paradidáticos e livros didáticos e técnicos.
 



Muitas vezes me perguntam o que gosto mais, ilustrar histórias de Literatura ou para livros técnicos ou didáticos.

Na verdade nunca pensei muito sobre isso. Quando um editor me telefona para uma proposta não penso sobre isso, a minha sensação é de alguém que recebe uma linda notícia de um bebê que vai chegar. 

Não me importo muito se será menino ou menina ou melhor se será livro de literatura ou didático. Amo-os igualmente.

De qualquer modo o que agita meu coração é o desafio de transformar em imagens através da minha cabeça, emoção e mãos os textos escritos por uma outra pessoa.

Um exercício muito gostoso e interessante e depois de pronto é muito gratificante!

É também muito especial quando recebo comentários de autores das histórias que ilustro contando-me como foi estranho e ao mesmo tempo especial quando o autor encontra com o seu texto representado em imagens.
 

Gerar um livro é como gerar um filho!


Visite-me no Blog : www.naomykuroda.blogspot.com (onde escrevo meus sentimentos)

e www.ilustradoranaomykuroda.blogspot.com (portfolio) 


Um grande abraço!
 
Naomy Kuroda



Para participar da página do ilustrador:
contato@danilomarques.com.br

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

SP: Canto & Encanto da Poesia - Novembro de 2010

Meus amigos,

Esta é a poesia que dá o título ao livro Rebenta Pipoca, composto por 13 poemas.
As ilustrações do Marchi foram feitas em aquarela. O panelão cheio de pipocas também ilustra a capa do livro.

Um beijo,
Regina

Rebenta pipoca,
Maria sororoca.
Saltando bem louca
Pra dentro da boca.
Rebenta Pipoca, 
Branquinha e amarela.
Pula que pula, 
No fundo da panela.
Quem resiste ao cheirinho dela?

(E. Pioneira, Ilustrações de Marchi)
© Regina Sormani- todos os direitos reservados


2 comentários:

VELOSO1 de novembro de 2010 09:06
Quem resiste a uma boa poesia! Parabens a Regina!

Regina Sormani3 de novembro de 2010 08:47
Olá, Veloso!!
Muito obrigada e um forte abraço,
Regina Sormani